Este é o outro GRANDE. Já aconteceu serem escolhidos em simultâneo como leitura de cabeceira - não tentem em vossas casas.
A história é muito louca.

Um dia chega um pacote a casa da família; é um pinguim. E todos os dias chega mais um. Mesmo TODOS os dias.

Ora é só fazer as contas para ver quantos são.

Além dos esforços para encaixar, literalmente,

os pinguins em casa, há que lidar com os mais diversos problemas.
O mais surrealista é que esta casa parece isolada do mundo: em nenhum momento, de entre as várias soluções tentadas ou sugeridas, nem por uma vez alguém sugere mandar os pinguins embora, ou oferecê-los a alguém, ou dá-los ao zoo. Não.

Eles (pinguins) chegam e eles (família) acatam!

Só o filho mais novo parece sempre divertido com o caso; a filha adolescente está histérica, claro.

No final, ficamos a saber que o excêntrico Tio Victor Emílio (este nome em português é muito castiço) é o responsável por esta acção tipo save the animals rebuscadíssima.
E explica. Com o degelo, os pinguins não têm capacidade de sobrevivência no Pólo Sul e o Tio lembrou-se desta solução muito prática de os transportar para o Pólo Norte: primeiro envia-os um por um ao longo de um ano para a irmã e sua família. Depois passa lá com o camião e segue viagem com o carregamento (contornando as regras de transporte de animais de espécies protegidas). Mesmo assim acaba por deixar para trás um dos pinguins, o Friorento. E a vida regressa ao normal. Só que no dia seguinte chega um novo pacote um bocadinho -

MAIOR!
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365 pingúinos [365 pingouins]
Editorial Kókinos, 2007 [Editions Naïve, 2006]
Jean-Luc Fromental (texto), Joëlle Jolivet (ilustradora)
isbn 9788496629400
encontrado aqui
há aqui e aqui
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[se tivesse uma menina estaria a comprar-lhe este ou este... assim, talvez me fique por este]


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A história é muito louca.
Um dia chega um pacote a casa da família; é um pinguim. E todos os dias chega mais um. Mesmo TODOS os dias.
Ora é só fazer as contas para ver quantos são.
Além dos esforços para encaixar, literalmente,
os pinguins em casa, há que lidar com os mais diversos problemas.
O mais surrealista é que esta casa parece isolada do mundo: em nenhum momento, de entre as várias soluções tentadas ou sugeridas, nem por uma vez alguém sugere mandar os pinguins embora, ou oferecê-los a alguém, ou dá-los ao zoo. Não.
Eles (pinguins) chegam e eles (família) acatam!
Só o filho mais novo parece sempre divertido com o caso; a filha adolescente está histérica, claro.
No final, ficamos a saber que o excêntrico Tio Victor Emílio (este nome em português é muito castiço) é o responsável por esta acção tipo save the animals rebuscadíssima.
E explica. Com o degelo, os pinguins não têm capacidade de sobrevivência no Pólo Sul e o Tio lembrou-se desta solução muito prática de os transportar para o Pólo Norte: primeiro envia-os um por um ao longo de um ano para a irmã e sua família. Depois passa lá com o camião e segue viagem com o carregamento (contornando as regras de transporte de animais de espécies protegidas). Mesmo assim acaba por deixar para trás um dos pinguins, o Friorento. E a vida regressa ao normal. Só que no dia seguinte chega um novo pacote um bocadinho -

MAIOR!
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Editorial Kókinos, 2007 [Editions Naïve, 2006]
Jean-Luc Fromental (texto), Joëlle Jolivet (ilustradora)
isbn 9788496629400
encontrado aqui
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[se tivesse uma menina estaria a comprar-lhe este ou este... assim, talvez me fique por este]


