23.4.13

tanto mar

Que saudades do mar.

Do mar azul, do mar da bóia, do mar do cabo, do mar das dunas, da estrela-do-mar, do mar do farol,

do mar da gaivota, do mar do homem-rã, do mar da ilha, do mar da jangada, do mar do krill, do mar do love boat, do mar morto, do mar de Neptuno, do mar do oriente, do mar da praia, do mar da quimera,

do mar do remo, do mar da Sophia, do mar da tempestade, do mar do umiaque, do mar da vela, do mar do windsurf, do mar do xaveco, do mar do yellow submarine, do mar de zarpar.

"MAR" é um "pasquim" excecional - que me perdoem as excluídas indignadas: este "arrazoado de banalidades" é meticuloso, metódico, carinhoso, até.

Mais que um dicionário ou um livro de atividades, este atividário é uma carta de amor ao mar, de amar o mar. Porque só se ama o que se conhece, o mar é esventrado, esmiuçado, dissecado, surpreendido!

Uma espécie de carta de amor, de carta de mar, que anda também ali pelo Chiado para que se possa cheirar de perto.

E, porque melhor do que por a ponta do pé na espuma do mar para matar as saudades é atravessá-lo todo-todo, volto já-já a seguir.
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MAR
Edições Patológico, 2012
texto Ricardo Henriques, ilustração André Letria
isbn 9789899671775
primeiro visto aqui
comprado aqui








(Imagens daqui. À hora em que finalmente aqui escrevo já não há luz para recolher as belas páginas; ficam só as belas ilustrações. Terão de espreitar o livro para verem o que é paginar.)

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