19.11.10

15.11=4

Quem acha que já sabe o que é ter um filho

só lhe falta ter o segundo - e palpita-me que daqui a umas semanas estarei a dizer o mesmo, acrescentando mais um,

e por aí adiante.
Ainda não me decidi sobre se se parece mais com o Leonardo ou com o Samuel:

divertido e assustadiço, cauteloso e destemido, bruto e beijoqueiro, atento e doidivanas, terra-a-terra mas cheio de camadas.
Canta os Beatles e The Pavement num inglês macarrónico, Jorge Ben Jor e Rubinho, tudo bem alto. Brinca como o miúdo do Toy Story, com muitas palavras ilustradas pelas as vozes dos bons e dos maus

em diálogos indescritíveis.
Ontem perguntou: Como é que se lê? Eu queria aprender... Isto porque já lhe tínhamos contado duas vezes a história do Leonardo e ele queria a terceira. Mostrei-lhe a palavra FIM e ele resolveu bem o assunto já tendo a coisa quase toda decorada. Mesmo assim, contei-lhe a terceira vez a história. Há dias assim.

Mo Willems, criador dos Marretas, construiu uma história com a cara chapada do T (pena que estas miseráveis fotografias não consigam mostrar a maravilhosa e inesperada paleta de cores deste livro); atira-se para trás a rir com a sua página preferida

(claro que o cocó da catatua do irmão tem muito a ver com esta sua preferência).

Há pessoas que se dão sempre bem com a vida. E que bom é andar por perto delas.
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Leonardo, o monstro terrível
Orfeu Mini, 2010
Mo Willems
isbn 9789898327055
encontrado aqui

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